O cliente pede a rastreabilidade, e você apresenta em minutos.
Como o QS ERP resolve isso na prática
- Rastreabilidade montada na mão para cada auditoria
- Impossibilidade de identificar a origem de um defeito sem parar a operação
- Recall amplo por falta de dados precisos sobre quais lotes foram afetados
- Apontamentos de produção sem registro de máquina e operador
- Movimentações de estoque sem vínculo com documentos de produção
- Risco de perder homologação por falha no processo de rastreabilidade
- Informação fragmentada entre planilhas, e-mails e papéis

O que muda na sua operação
- A montadora pede o histórico de um lote — alguém passa dois dias procurando nos arquivos
- O fornecedor identifica um problema no material depois que as peças já saíram para o cliente
- A auditoria chega e a equipe entra em pânico para montar a documentação
- Recall amplo porque não é possível identificar exatamente quais lotes foram afetados
- Apontamento feito no papel — informação não confiável na hora que importa
- Movimentações de estoque sem vínculo com ordens de produção ou notas fiscais
- O histórico completo de qualquer lote está no sistema — em minutos, não em dias
- O problema é identificado internamente antes de chegar ao cliente
- A auditoria é respondida com dados do sistema, sem correria e sem improviso
- Em caso de recall, o sistema indica exatamente quais lotes e quais clientes foram afetados
- Apontamento integrado ao sistema com máquina, operador e ordem de fabricação
- Cada movimentação vinculada à anterior — do fornecedor até a nota fiscal de saída
Perguntas Frequentes
Sim. Os fluxos de controle de lote, apontamento de produção com registro de máquina e operador, e rastreabilidade bidirecional do fornecedor até o cliente final são parte do sistema padrão do QS ERP, sem necessidade de customização. Esses registros são exatamente os que auditores da IATF 16949 consultam durante as auditorias de sistema.
Rastreabilidade de produção é a capacidade de registrar e consultar o histórico completo de cada peça fabricada, do lote da matéria-prima recebida até a nota fiscal de saída para o cliente. Em um ERP automotivo, esse controle precisa estar integrado ao recebimento, ao estoque, ao apontamento de produção e ao faturamento, de forma que qualquer consulta retorne o histórico completo sem depender de planilhas ou registros manuais.
O núcleo é o mesmo, mas a pressão muda: um Tier 1 negocia EDI direto com a montadora; um Tier 2 geralmente atende vários Tier 1 ao mesmo tempo, cada um com layout e exigência diferente. O sistema precisa lidar com essa variação sem virar um processo manual por cliente.
Indústrias que esse reurso atende bem
A Montadora pede o histórico do lote, e você responde em minutos

Uma peça com defeito voltou. Você precisa saber onde mais ela foi.

Matéria-prima do mesmo lote foi para três linhas diferentes.

O cliente quer saber de onde veio o material. Você quer saber também.

Blog




